Looney Tunes Collector: Martian Revenge! (Nintendo Gameboy Color)

O artigo de hoje é invariavelmente mais uma rapidinha, desta vez para a Gameboy Color. E como o nome do jogo indica, é uma sequela do Looney Tunes Collector: Martian Alert da Infogrames. A razão pela qual este artigo é uma rapidinha, é porque o jogo é extremamente semelhante ao anterior, não houve mesmo muita coisa a mudar aqui, pelo que recomendo uma leitura do artigo original. O meu exemplar veio de uma das minhas idas às feiras de velharias, algures em Fevereiro deste ano. Se bem me lembro, custou-me 2.5€.

Apenas cartucho

O jogo é uma sequela directa do seu antecessor, onde o marciano Marvin foi derrotado por Bugs Bunny e companhia. O matreiro Daffy Duck tenta explorar a situação e autoproclama-se como o herói que salvou a Terra, lançando um livro a narrar os seus actos e até um filme! Acontece que Marvin ao fazer zapping em Marte vê esse filme e, ao ver-se ser ridicularizado, parte para a Terra acompanhado do seu companheiro K-9, de forma a vingar-se de Daffy Duck. Depois lá vamos explorando o mapa, falar com vários NPCs e inclusivamente tomar o controlo de alguns deles, visto que cada personagem extra possui habilidades diferentes. Por exemplo, o Marvin não pode saltar mas tem uma arma de fogo, já o cão K-9 pode saltar. O Speedy Gonzalez consegue sprintar momentaneamente, bem como passar em buracos estreitos, já o Road Runner com a sua velocidade estonteante consegue até atravessar abismos. O problema é que muitas das outras personagens já existiram no jogo anterior e com as mesmas habilidades, como é o caso do próprio Bugs Bunny, Daffy Duck ou o caçador Elmer Fudd.

O maior problema deste jogo é ser demasiado semelhante ao anterior. Quase parece um Pokémon Red/Blue, mas com histórias completamente distintas

As mecânicas de jogo que apostam na exploração e cumprimento de várias quests que na maioria consistem em procurar objectos ou defrontar alguns bosses chave, mantêm-se muito idênticas ao jogo anterior. Até o mapa é muito parecido! Temos alguns mini-jogos para jogar durante a quest principal, bem como uma série de missões secundárias e um modo multiplayer que permite participar em alguns mini-jogos e com isso “ganhar” alguns NPCs numa galeria (daí o nome Looney Tunes Collector). Portanto, é um jogo que decepciona por ser mesmo muito semelhante ao anterior. A nível audiovisual esperem também por algo do mesmo calibre, as músicas até são as mesmas!

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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