Ice Hockey (Nintendo Entertainment System)

O jogo de hoje é uma rapidinha para a NES, sobre um videojogo desportivo que comprei algures no mês passado, numa das minhas idas às feiras de velharias aqui na zona. O meu exemplar custou-me 5€, e é um simples jogo de desporto da própria Nintendo, para o desporto de hóquei no gelo, muito popular na América do Norte.

Apenas cartucho

Este videojogo é muito simples, oferecendo-nos apenas 2 modos de jogo: uma partida amigável contra o CPU, ou então o tradicional versus para 2 jogadores. Temos à nossa disposição 8 equipas de nacionalidades que tipicamente jogam este desporto, como os Estados Unidos, Canadá, Suécia ou a antiga União Soviética. Existe no entanto alguma customização, pois para além do tempo que cada partida demora, podemos também alterar a nossa formação com mais ou menos jogadores magrinhos, de porte médio, ou fortes. Os jogadores magros são bastante rápidos porém possuem pouca capacidade física para remates fortes e duelos físicos, ao contrário dos jogadores mais gorditos, que são lentos mas raramente vão ao chão após levarem um encontrão. Os de porte médio são… médianos em todas as vertentes.

Não há muitas equipas com que podemos jogar.

Depois os controlos são simples, com um botão para rematar e outro para passar caso estejamos na ofensiva, ou um botão para mudar de jogador ou tentar roubar a patela ao adversário. Ocasionalmente lá nos envolvemos à pancada, mas sinceramente nunca percebi muito bem as regras neste tipo de confrontos. Estes duelos acabam por culminar em batalhas campais até que o árbitro intervém e manda um jogador de uma das equipas para o banco por 2 minutos.

Nem sempre é fácil identificar o jogador que estamos a controlar, mas é aquele que vai brilhando

A nível audiovisual é um jogo bastante simples. A única mudança nas equipas é mesmo a cor dos seus uniformes e por vezes não é fácil conseguir entender quais os jogadores que estamos a controlar activamente, pois apenas ficam a piscar, ao contrário de possuirem algum marcador gráfico que os identifique melhor. A música é agradável, mas como devem calcular não existe grande variedade.

No fim de contas este é um videojogo desportivo muito simples, mas vai cumprindo o seu papel de entreter para alguma partida rápida. O jogo Blades of Steel da Konami parece-me ser muito mais interessante!

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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