F1 Pole Position 64 (Nintendo 64)

Voltando às rapidinhas na Nintendo 64, o jogo que cá trago hoje é um jogo de F1, cujo meu cartucho entrou na colecção há coisa de 2 meses, quando fiz um grande negócio a meias com um amigo, onde compramos à volta de 30 cartuchos de SNES e Nintendo 64 por uma bagatela. F1 Pole Position 64 é na verdade o nome ocidental que a Ubisoft lhe deu quando o publicou por estas bandas. O jogo foi desenvolvido pela Human Entertainment, empresa já com um longo histórico de jogos de corridas no seu reportório, desde os tempos da Super Nintendo.

Apenas o cartucho

Este Pole Position é um jogo licenciado pela FIA e pela maioria dos pilotos e marcas do campeonato mundial de F1 de 1996, incluindo o nosso Pedro Lamy. Para além do modo campeonato, que nos leva ao longo das 16 corridas oficiais, temos também o Exhibition Mode que é na verdade uma corrida “amigável” e o Time Trial que como o nome indica encoraja-nos a fazer os melhores tempos possíveis. Não existe qualquer modo multiplayer, o que é pena. O World Grand Prix é então o grosso deste jogo, e a Human trouxe aqui uma grande capacidade de customização do nosso carro para antes de cada corrida.

Olhem o nosso Lamy! Não consegui encontrar um screenshot que lhe desse destaque…

A jogabilidade também é uma mais virada para a simulação, pois temos de ter em conta o estado geral do carro, não só a nível de combustível, como também a nível das peças pois não é muito difícil sermos retirados de uma corrida com as suspensões, pneus ou o motor lixado. Temos então de conduzir com algum cuidado e não sair da pista, o que para mim é um pouco chato pois eu gosto é de jogos de corrida o mais arcade possível. De qualquer das formas, do lado esquerdo do ecrã temos um medidor de combustível e indicadores de dano para várias peças chave do carro. Devemos ter isso em conta e ir às boxes sempre que necessário.

É normal haver sempre algum popin nos circuitos

Graficamente é um jogo modesto, com as pistas não com muito detalhe e uma draw distance um pouco reduzida, permitindo muito pop-in durante as corridas. O F1 World Grand Prix da Videosystem pareceu-me um jogo muito melhor do ponto de vista técnico e audiovisual. A nível de som sinceramente também não achei muito bom, o ruído dos motores não me parece lá muito fiel. Ao menos temos comunicações rádio com o resto da equipa, o que achei um conceito interessante.

 

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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