Kirby’s Pinball Land (Nintendo Gameboy)

46377_frontContinuando pelas rapidinhas em consolas portáteis, vamos agora ver um dos primeiros spin offs da série Kirby. Eu já referi por várias vezes que não sou o maior fã de pinball, mas depois de rejogar o Sonic Spinball e o Dragon’s Fury para a Mega Drive, ganhei um novo alento em experimentar jogos que misturem o pinball com elementos mais fantasiosos ou de outros subgéneros. Kirby’s Pinball Land recai nessa categoria e foi por isso que o comprei quando o vi na Feira da Vandoma no Porto há uns meses atrás por 5€ mais o manual. Mas será que é bom o suficiente? Veremos.

Jogo e manual português

Jogo e manual português

Bom, como habitual nos videojogos deste género, temos de levar a bola, neste caso o Kirby a bater numa série de molas, interruptores ou inimigos para desbloquear coisas ou simplesmente ganhar pontos. Temos 3 mesas onde jogar, cada qual com 3 andares. Em cada andar temos várias coisas com que interagir e ganhar pontos, de forma a conseguir também subir para o andar superior. Em cada andar poderemos também desbloquear uma estrela mágica, que caso a apanhemos acontece uma de três coisas: no andar de baixo somos transportados para o ecrã inicial de escolha das mesas que queremos jogar. No andar do meio somos levados a um nível bónus com minijogos, como por exemplo tentar marcar golos numa baliza através dos flippers. No andar de cima, apanhar a estrela leva-nos a enfrentar o boss daquela mesa. Tanto os bosses como os inimigos ou itens que podemos apanhar são todos bem conhecidos da série. Derrotando os bosses de cada mesa enfrentamos o King DeDeDe, como boss final. Quando o derrotamos podemos jogar tudo de novo para obter mais pontos. Sim, este jogo não me parece ter fim.

Um dos minijogos que podemos descobrir! Simples, mas eficaz.

Um dos minijogos que podemos descobrir! Simples, mas eficaz.

Graficamente é um jogo mais ou menos. Sinceramente achei que as mesas de pinball são pobres em detalhes e variedade, mas isso também se pode dever a uma opção de design devido ao jogo ser corrido numa Gameboy. A transição de andares dentro da mesma mesa é instantânea ao invés de ser dinâmica, o que também me causa algumas chatices, mas é uma questão de hábito. Por outro lado as músicas são semelhantes aos restantes jogos do Kirby, pelo que aí não há como enganar.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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