Shinobi II: The Silent Fury (Sega Game Gear)

48576_frontVoltando à Game Gear, o artigo que cá trago hoje é mais uma rapidinha, apesar de ser sobre um dos melhores jogos da plataforma, na minha modesta opinião. Shinobi II continua com a mesma tradição de confusão de nomes entre regiões e entre jogos completamente diferentes entre si. O “verdadeiro” Shinobi II seria o Shadow Dancer de Arcade/Master System, mas não vamos entrar nessa discussão. Este jogo é uma sequela directa do Shinobi da Game Gear, partilhando assim muitas das suas mecânicas de jogo, daí este artigo ser uma rapidinha. O meu exemplar foi oferecido por um ex-colega de trabalho há coisa de um ano atrás, juntamente com toda a sua colecção de jogos Game Gear.

Apenas cartucho

Apenas cartucho

A história leva-nos uma vez mais a controlar o ninja vermelho que tem de salvar outros 4 ninjas coloridos, bem como encontrar 4 cristais que dão acesso à area final. A ordem pela qual escolhemos os 4 níveis continua a ser opcional e podemos rejogá-los a qualquer momento, algo que até é necessário se quisermos avançar para o ultimo nível ou completar o jogo a 100%, pois os cristais ou outros power ups importantes como aqueles que nos extendem a barra de vida, geralmente estão bem escondidos, sendo necessário utilizar as habilidades de alguns ninjas específicos para os encontrar. As habilidades inatas e diferentes armas que cada ninja possui mantêm-se idênticas ao primeiro Shinobi da Game Gear, já os Ninjutsus é que me parecem haver algumas diferenças face ao primeiro jogo, mas continuam variados e com diferentes utilizações. De resto a jogabilidade continua excelente. A obrigatoriedade de rejogar os níveis de forma a encontrar os cristais escondidos aumenta a longevidade do jogo e assim que desbloquearmos o último nível, tal como na sua prequela teremos de o percorrer e defrontar os bosses anteriores novamente, bem como estar constantemente a alternar de ninja em ninja e usar os seus ninjutsus, de forma a conseguir atravessar os obstáculos que nos apareçam à frente. Mas ao contrário do primeiro jogo, nem sempre o fundo da sala é da mesma cor do ninja que temos de usar.

Graficamente é um jogo muito bem detalhado para a Game Gear

Graficamente é um jogo muito bem detalhado para a Game Gear

De resto, a nível gráfico e de som, é mais um jogo excelente. Os cenários estão ainda mais bem detalhados e o mesmo pode ser dito dos bosses. As músicas são bastante agradáveis e cativantes, e tudo isto juntando à excelente jogabilidade, dificuldade mais balanceada e maior longevidade do jogo, tornam-no, na minha opinião, num dos melhores jogos de acção para uma portátil de 8bit.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
Esta entrada foi publicada em Game Gear, SEGA. ligação permanente.

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