Duck Tales (Nintendo Gameboy)

ducktalesTempo para mais uma rapidinha, sobre uma conversão de um jogo clássico e facilmente dos meus preferidos do catálogo da NES. Aliás, depois da Nintendo e o seu Super Mario, para mim é a Capcom a rainha do género na consola de 8bit da Nintendo. Para além dos 6 Mega Man que lançaram, a Capcom lançou também excelentes jogos de plataformas da Disney, e para mim o Duck Tales é a cereja no topo desse bolo. Já aqui referi o original (e o remake lançado recentemente), pelo que não me irei alongar muito neste artigo. O meu exemplar veio no mês passado da Feira da Vandoma no Porto. Custou 5€.

O conceito deste Duck Tales é semelhante ao original da NES, onde levamos o Tio Patinhas à volta do mundo à caça de vários tesouros para ficar ainda mais rico. Os níveis são os mesmos, como a transilvânia, a floresta do amazonas ou mesmo na Lua numa nave extra-terrestre. No entanto, os níveis não são 100% iguais aos da NES, a sua estrutura mudou nesta versão da Gameboy.

Apenas cartucho

Apenas cartucho

E infelizmente do ponto de vista técnico esta versão fica uns furos abaixo da original. A jogabilidade não está tão coesa, há alguns problemas com as mecânicas de salto, por vezes atravessamos os inimigos e sofremos um ponto de dano, ou quando nos queremos agarrar numa corda e por algum motivo aquilo falha. Graficamente não acho que esteja mau, tendo em conta que a Gameboy possui recursos mais limitados que a NES. Infelizmente a banda sonora é que sofreu bastante, pois apesar das músicas serem 100% reconhecíveis, a sua qualidade baixou muito, o que é pena.

Para os fãs do original, a coisa mais interessante nesta versão é a mudança do layout dos níveis.

Para os fãs do original, a coisa mais interessante nesta versão é a mudança do layout dos níveis.

Fora isto, não deixa de ser um bom jogo de plataformas, apesar de possuir algumas falhas na implementação de algumas mecânicas de jogo. A versão NES continua para mim a reinar de forma suprema, mas a conversão Gameboy poderá ser interessante aos fãs do original, pela diferente estrutura dos níveis.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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