Monuments of Mars (PC)

E sai mais uma rapidinha para um jogo de PC, mais um dos que veio no bundle de quando comprei a 3D Realms Anthology por uma ninharia. É mais um jogo de 1990/1991, desenvolvido por Todd Replogle, uma pessoa que veio pouco depois a integrar a equipa da Apogee de forma definitiva e é um dos responsáveis pela criação da série Duke Nukem.

Monuments of MarsE em que consiste este jogo? Bom, tal como o Pharaoh’s Tomb, este é também um misto de plataformas e puzzle, mas em vez de encarnarmos num arqueólogo em busca de tesouros numa pirâmide gigante algures no Egipto, somos um astronauta com a missão de resgatar uma série de outros astronautas que por algum motivo desapareceram durante missões de exploração em Marte. Cada episódio possui 20 níveis e os astronautas estão apenas nos últimos, pelo que temos de percorrer muito caminho até lá chegar. Aqui cada ecrã é um nível. As coisas começam de forma bem ligeira, com apenas algum platforming a ser exigido inicialmente e depressa passamos meia dúzia de níveis. Depois é que lá começam as mecânicas de puzzles onde para alcançar a saída teremos de ultrapassar uma série de obstáculos e apanhar um cartão electrónico que nos abra a passagem pela porta de saída do nível. Para além de vários inimigos vamos tendo outros inconvenientes como os tradicionais espinhos no chão, campos eléctricos que nos impedem a passagem, ou pingas de ácido que podem cair de tubos ferrugentos. Escusado será dizer que basta um toquezinho para perdermos a vida e ter de recomeçar o nível em questão. Também tal como o Pharaoh’s Tomb teremos à nossa disposição uma arma que nos permite destruir as criaturas inimigas, mas uma vez mais a munição não é abundante e deve ser usado apenas em ultimo recurso.

O que não faltam aqui são alavancas e interruptores para interagir

O que não faltam aqui são alavancas e interruptores para interagir

A nível técnico, à primeira vista, Monument of Mars parece uma sequela de Pharaoh’s Tomb, já aqui analisado há pouco tempo atrás. O motor gráfico é semelhante, mais uma vez temos apenas gráficos em CGA, não há suporte a placas de som (nem música em PC speaker) e os menus são idênticos. Mas felizmente desta vez a detecção de colisões parece-me ser melhor, já não é o “quadrado” à volta da personagem que conta. É uma pena que não use um motor gráfico melhor, mas só por terem ultrapassado aquela limitação técnica irritante já compensa e bem o facto de os visuais ainda serem algo primitivos.

 

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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