Evander Holyfield’s Boxing (Sega Game Gear)

Evander HolyfieldMais uma super rapidinha para não perder o ritmo. Estes meus posts super rápidos são sobre versões semelhantes de jogos que já tenha, ou outros que sinceramente não são muito a minha praia mas cá vieram parar. Este Evander Holyfield’s Boxing da Game Gear, como o proprio nome indica é um jogo de boxe e foi-me oferecido por um colega de trabalho, juntamente com outros jogos da Game Gear e da própria consola. E como tudo o que chega cá por “doações”, por cá fica.

Evander Holyfield's Boxing - Sega Game Gear

Apenas cartucho

Aqui temos diferentes modos de jogo, desde combates simples que até podem ser jogados por multiplayer com recurso ao cabo de ligação para unir duas Game Gears, até um modo de torneio onde podemos criar o nosso próprio lutador e seguir uma carreira que acabará por nos levar até ao Evander Holyfield, o único pugilista real no meio de muitos outros fictícios. Depois entre cada combate poderemos treinar vários exercícios que nos irão melhorar os nossos stats. Normalmente, o jogo é jogado numa perspectiva de primeira pessoa em que apenas vemos os nossos punhos e o oponente. A jogabilidade usa os botões direccionais em conjunto com os faciais para desferir os vários golpes. Sinceramente nunca fui grande fã deste estilo de jogo, mas há algo de original no meio disto tudo, pois podemos alternar entre a nossa perspectiva em primeira pessoa, bem como a do nosso oponente, vendo apenas os seus punhos e o nosso pugilista que criamos à nossa medida. No caso das pequenas cutscenes quando mandamos o oponente ao chão, essa perspectiva mantém-se pois vemos o opoenente deitado no chão na terceira ou primeira pessoa, inclusivamente com o árbitro a olhar para nós ao fazer a contagem.

screenshot

O que achei mais original aqui é o facto de podermos jogar com a perspectiva de primeira pessoa dos nossos adversários

Tecnicamente é um jogo minimamente competente, os gráficos apresentam algum detalhe na caracterização das personagens e pouco mais. As músicas não são das melhores, até porque os combates são apenas acompanhados pelos sons dos socos e bloqueios, para além das contagens em voz digitalizada pelo ábritro, embora a mesma seja um pouco abafada, o que é normal tendo em conta as limitações da plataforma. De resto é para mim um jogo não lá muito do meu interesse, mas ainda assim, dos poucos jogos de boxe que há para esta consola, este é provavelmente o mais bem conseguido.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
Esta entrada foi publicada em Game Gear, SEGA. ligação permanente.

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