Defcon (PC)

A rapidinha de hoje é sobre um jogo PC com grande foco em estratégia e multiplayer. Infelizmente jogos de estratégia em tempo real não são o meu forte, pelo que não me vou alongar muito. Este DEFCON é um RTS onde defendemos a nossa região durante um clima de guerra nuclear. No meu caso, no pouco tempo que o joguei, foi sempre a Europa contra a Rússia. Este jogo deu entrada na minha conta steam há uns anos atrás, num Humble Bundle sobre a Introversion Software por uma bagatela.

DefconNeste jogo com gráficos vectoriais, temos um mapa mundo à nossa frente. Antes de partirmos para as guerras online propriamente ditas, temos um modo tutorial que nos ensina os diferentes conceitos de jogo, como planear as nossas defesas ao colocar radares e silos de mísseis nucleares ICBMs, bem como planear as nossas frotas marítimas e bases aéreas. Ao longo de todo o jogo vamos tendo em conta os diferentes níveis de DEFCON que são na realidade diferentes níveis de alerta nuclear, sendo 5 o mais baixo e 1 aquele em que já andamos a rebentar com cidades e infrastruturas militares inimigas.

screenshot

Os gráficos vectoriais simples até se adequam perfeitamente ao estilo de jogo

Existe uma variedade de vertentes multiplayer, todas elas com pontuações medidas em
megadeaths (pontos por cada 1 milhão de mortos), alguns modos de jogo em que premeiam o maior número de sobreviventes de alguma região, outras o maior número de mortos, ao atacar não só instalações militares, mas também as cidades. É possível também acelerar o tempo de jogo desde o real time até 20 vezes o tempo normal, caso contrário cada partida poderá levar várias horas. De resto a nivel técnico é um jogo bastante simples com gráficos vectoriais, tal como referido nos primeiros parágrafos. Isso dá-lhe um look bastante retro reminiscente daqueles filmes da altura da Guerra Fria onde a ameaça nuclear era algo levado muito a sério. As músicas pareceram-me ser bem tensas, o que até acaba por ser adequado ao estilo de jogo.

No fim de contas parece-me ser um jogo simples, porém bem competente. Apenas não é um género que pessoalmente me diga muito. O facto de as batalhas poderem demorar muito tempo se jogadas em tempo real, existe o Office mode que deixa o jogo a correr em background, lançando notificações para o sistema de quando certos eventos aconteçam, o que é um pormenor bastante interessante.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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