Train of Afterlife (PC)

Mais uma super-rapidinha, assim como é o jogo. Eu não sou o maior dos fãs de visual-novels, até porque a maioria das mesmas que nos chegam cá ao ocidente são todos hentai com cenas mesmo à japonês taradão, mas este Train of Life não é nada disso. De qualquer das formas este jogo apenas veio parar à minha conta pois veio num indie bundle do qual apenas queria mesmo um jogo, o platformer Freedom Planet que espero ter tempo para o jogar em breve.

Train of Afterlife PC

Em Train of Afterlife a nossa personagem está num comboio juntamente com outros espíritos, numa viagem sabe-se para lá onde. O que sabemos é que temos 12h para a desfrutar ao interagir com os outros, sabendo que com as escolhas que tomemos nos diálogos (e não só) irão afectar o final do jogo. Basicamente ninguém se lembra de quem era na vida anterior, e uma maneira de o fazer é “jogar tarot”, ao escolher uma de 12 cartas que nos mostra um pequeno flashback de certos momentos da nossa vida anterior. É à medida que vamos tendo essas acções que também influenciamos as decisões das outras personagens, onde acabamos por descobrir mais tarde quem elas eram e qual a sua relação para connosco.

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Nenhum dos espíritos sabe quem foi na vida anterior, ou o que lhes esperará quando as suas 12h terminarem

 

O jogo é curtinho, dá para terminar em pouco mais de meia-hora, mas para quem for perfeccionista então terá de o jogar muitas mais vezes, pois existem um total de 9 finais diferentes. No meu caso eu não tive paciência e acabei por me contentar com os primeiros finais que me apareceram. Para quem gostar de VNs, este até poderá ser um título interessante pois foge aos clichés habituais deste género e possui diálogos mais existencialistas e menos aparvalhados. De resto é um jogo com visuais simples, tanto nos backgrounds, como mesmo na representação das personagens que tem um traço que sinceramente não me agrada. As músicas são bastante calmas na sua maioria, com bonitos acordes acústicos ou melodias de piano.

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“Jogar Tarot” não tem nada que saber, é só escolher uma carta e ver um flashback de algum episódio da nossa vida

Em suma, um jogo interessante para quem for fã de visual novels, já para mim, não devo voltar a jogá-lo.

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Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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