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	<title>GreenHillsZone</title>
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	<description>Colecção de videojogos - alguns &#34;rants&#34; e análises</description>
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		<title>Final Fantasy IV: The Complete Collection (Sony Playstation Portable)</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 00:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
				<category><![CDATA[PSP]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das razões que me levou a comprar uma PSP há uns meses atrás foi precisamente a biblioteca da PSP ter uma muito interessante colecção de JRPGs. Uns ports/remakes de clássicos de NES/SNES/PS1, bem como vários outros originais. O Final &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/02/24/final-fantasy-iv-psp/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1368&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/final-fantasy-iv-complete-collection-collectors-edition.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1377" title="Final-Fantasy-IV-Complete-Collection-Collectors-Edition" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/final-fantasy-iv-complete-collection-collectors-edition.jpg?w=300&#038;h=168" alt="Final-Fantasy-IV-Complete-Collection-Collectors-Edition" width="300" height="168" /></a>Uma das razões que me levou a comprar uma PSP há uns meses atrás foi precisamente a biblioteca da PSP ter uma muito interessante colecção de JRPGs. Uns ports/remakes de clássicos de NES/SNES/PS1, bem como vários outros originais. O Final Fantasy IV foi dos jogos da série que mais conversões recebeu, sendo esta colectânea para a PSP talvez a versão definitiva do jogo, tendo em conta que a Nintendo DS também tem um <em>remake</em> em 3D muito interessante. A minha cópia foi comprada em Dezembro do ano passado, numa GAME no Maiashopping. É a edição de coleccionador, repleta de pequenos mimos e custou-me cerca de 20€.</p>
<div id="attachment_1378" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/final-fantasy-iv-psp.jpg"><img class="size-medium wp-image-1378" title="Final Fantasy IV PSP" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/final-fantasy-iv-psp.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Final Fantasy IV PSP" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa de cartão, caixa normal, cartões com artwork, um paninho e restante papelada</p></div>
<p>Este jogo é uma colectânea do Final Fantasy IV original (com algumas melhorias que irei descrever mais tarde), bem como um agregado dos vários capítulos da sequela &#8220;The After Years&#8221; tendo sido lançados originalmente para telemóveis japoneses e posteriormente para o serviço WiiWare da Nintendo, juntamente de um capítulo &#8220;Interlude&#8221; que serve de ponte para as duas histórias. Visto que já analisei anteriormente o <a title="Final Fantasy IV (Nintendo Gameboy Advance)" href="http://greenhillszone.wordpress.com/2011/08/30/ff-iv-gba/">Final Fantasy IV Advance</a>, não vou perder tempo neste artigo em falar da história e jogabilidade do jogo original, vou-me focar mais nas diferenças que esta conversão tem, bem como falar nas sequelas &#8220;Interlude&#8221; e &#8220;The After Years&#8221;, até porque a própria conversão do Final Fantasy IV é baseada na versão para Gameboy Advance. Desde o início que temos a oportunidade de jogar qualquer um dos 3 jogos à disposição. O Interlude tal como o nome indica é apenas um interlúdio entre os 2 jogos principais, sendo um jogo pequeno e facilmente se completa ao fim de 2, 3 horas de jogo. Nesta história temos algumas dicas do que irá acontecer no jogo seguinte, com as preparações do plano &#8220;maligno&#8221; a ser posto em práctica no outro jogo, bem como a introdução de algumas novas personagens. The After Years decorre uns 17 anos após o jogo original, e é um jogo passado em vários episódios, onde vemos perspectivas diferentes da mesma história e somos introduzidos a uma série de novas personagens: Ceodore, o filho de Cecil e Rosa, Ursula, filha de Yang, os feiticeiros Porom e Polom já crescidos e com direito a aprendizes, entre vários outros. A história de &#8220;The After Years&#8221; começa com uma vilã misteriosa roubar os Eidolons de Rydia e a invadir as populações para coleccionar os seus cristais, inclusivamente usando as forças armadas de Baron para o fazer. A história até tem o seu potencial, mas o jogo sendo estruturado em diferentes capítulos que contam a perspectiva das diferentes personagens acaba por tornar a narrativa um pouco quebrada, se é que me faço entender. O jogo desta forma também se torna demasiado linear, com muito pouco por onde explorar, sabemos sempre que é para ir de A a B a C e muda o capítulo. Jogando os capítulos das diferentes personagens teremos o capítulo final, onde todas as personagens se juntam para concluir a história, e aí realmente já temos uma liberdade de exploração maior, mas acaba por ser tarde demais.</p>
<div id="attachment_1375" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093650328_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1375" title="new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093650328_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093650328_640w.jpg?w=300&#038;h=170" alt="screenshot" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Vista do &quot;world map&quot;. Uma junção do mode7 da velha guarda com sprites de melhor qualidade</p></div>
<p>The After Years inclui algumas diferenças na jogabilidade face ao jogo original. Em primeiro lugar as novas habilidades &#8220;Band&#8221;, que são uns golpes especiais praticados por um par de personagens. Estes golpes podem ser descobertos ao tentar &#8220;emparelhar&#8221; as personagens nas batalhas, bem como alguns são adquiridos ao decorrer da história, onde as personagens vão criando alguns laços fortes, aprendendo dessa forma as novas técnicas. As batalhas são muito influenciadas pelas diferentes fases lunares (lua cheia, quarto crescente, etc) em que cada fase favorece uma característica e prejudica outra, por exemplo magia negra mais forte e magia branca mais fraca. Estas fases lunares vão-se alterando ao fim de 30 minutos de jogo, ou sempre que se passa uma noite em <em>Inns</em> ou tendas, e são um contributo muito grande para a estratégia das batalhas, onde certos <em>bosses</em> tornam-se bastante difíceis com a lua errada. Uma coisa para a qual eu já não tenho muita paciência é o grinding elevado que este jogo oferece. Já não me agrada nada dar meia dúzia de passos numa caverna e encontrar uma batalha, coisa que infelizmente acontece frequentemente neste jogo.</p>
<div id="attachment_1376" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093654171_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1376" title="new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093654171_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/new-final-fantasy-iv-complete-collection-screens-20110419093654171_640w.jpg?w=300&#038;h=170" alt="screenshot" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">As batalhas possuem agora sprites bem mais definidas, bem como bonitos efeitos gráficos para as magias e afins</p></div>
<p>Graficamente os 3 jogos mantêm a essência do jogo original, com os seus gráficos 2D, o mapa em <em>mode7</em>, mas porém com as <em>sprites</em> dos inimigos e personagens completamente redesenhadas, com muito mais detalhe. O remake em 3D para a DS é bastante apetecível, na minha opinião, incluindo voice acting e diversas cut-scenes usando o motor gráfico do jogo tornam a versão da DS do Final Fantasy IV numa excelente conversão. Aqui, embora contenha os filmes em CG incluídos na versão DS, esta compilação é um pouco mais &#8220;old-school&#8221; e não ponho grandes problemas com isso. No que diz respeito ao som temos a hipótese de alternar entre a banda sonora original e a composta para o FF IV da Nintendo DS. Não há muito a dizer sobre isto, são músicas icónicas na série. De resto o jogo inclui vários extras, como um bestiário completo bem como várias imagens de artwork (algum inédito) que são desbloqueadas à medida em que se vão jogando os jogos. Infelizmente essas imagens vêm numa resolução muito pequena, acabando por não se tirar muito partido da beleza dos desenhos que nos são apresentados. Felizmente parte desse <em>artwork</em> vem na edição de coleccionador, nos vários cartões incluídos nessa edição. Eu não sou um fanboy da Square-Enix, até acho que nos últimos anos os seus jogos (principalmente do lado da Square) têm vindo a perder alguma da qualidade e &#8220;misticismo&#8221; de tempos passados, mas há que dar a mão à palmatória: de vez em quando eles sabem presentear bem os seus fãs.</p>
<p>Assim sendo, tempo de finalizar este post. Esta compilação, juntamente com o <em>remake</em> do FF IV para a Nintendo DS são as versões definitivas (até ver) do universo de Final Fantasy IV a adquirir. Principalmente tendo em conta o agora reduzido preço, algo que na WiiWare os capítulos de &#8220;The After Years&#8221; eram adquiridos separadamente, acabando por ficar um produto mais caro. Se conseguirem apanhar a edição especial, ainda melhor!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/greenhillszone.wordpress.com/1368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/greenhillszone.wordpress.com/1368/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1368&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Prey (PC)</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[3D Realms]]></category>

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		<description><![CDATA[Para desenjoar um pouco da temática da segunda guerra mundial (embora continue com o género de First Person Shooter), o jogo que aqui trago hoje é a versão PC do Prey, um FPS lançado algures em 2006 com a mão &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/02/18/prey-pc/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1324&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/prey-pc-_.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1325" title="_-Prey-PC-_" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/prey-pc-_.jpg?w=211&#038;h=300" alt="Prey PC" width="211" height="300" /></a>Para desenjoar um pouco da temática da segunda guerra mundial (embora continue com o género de <em>First Person Shooter</em>), o jogo que aqui trago hoje é a versão PC do Prey, um FPS lançado algures em 2006 com a mão da &#8220;extinta&#8221; 3D Realms. Tal como Duke Nukem Forever, Prey foi um jogo que levou vários anos a sair para o mercado, embora uma grande parte do seu desenvolvimento foi mantida em segredo, tendo sido re-anunciado em 2005, practicamente 10 anos após o seu desenvolvimento inicial. Prey desde cedo tinha como foco ser um FPS com uma personagem princpal nativo-americana e o uso de portais na jogabilidade (agora popularizados com o jogo Portal). A minha cópia foi adquirida na GAME do Maiashopping em meados de Janeiro deste ano, tendo-me custado apenas 5€ novo.</p>
<div id="attachment_1365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-pc.jpg"><img class="size-medium wp-image-1365" title="Prey PC" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-pc.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Prey PC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>O início do desenvolvimento de Prey deu-se em 1995, altura em que a 3DRealms ainda estava embaranhada em várious outros FPS como Duke Nukem 3D, Blood ou Shadow Warrior. Mas ao contrário desses jogos, Prey que na altura contava com o ex-id  Tom Hall na sua equipa de desenvolvimento seria um jogo totalmente 3D com várias inovações, entre as quais os cenários destrutíveis e o conceito de portais no <em>gameplay</em>. O desenvolvimento do jogo passou por vários problemas, com o abandono de Tom Hall para a Ion Storm, juntamente com o outro ex-id John Romero, e eis que em 1999 a 3DRealms aparentemente cancelou o jogo. Algures no início do milénio a 3DRealms delegou a produção do jogo para a HumanHead studios, através da engine ID Tech4 que esteve por detrás de jogos como Doom 3 e  Quake 4. Em 2005 o jogo foi re-anunciado tendo mantido várias das suas características iniciais. E terminando esta parte &#8220;Canal História&#8221; é tempo de passar a falar do jogo em si: em Prey tomamos a pele de &#8220;Tommy&#8221; Domasi, um descendente Cherokee algo triste com a vida que leva. Na altura em que ia propor à sua namorada para se porem a andar para um sítio melhor, são sugados por uma nave espacial gigante. Após chegar à nave espacial Tommy consegue soltar-se e vê os restantes seres humanos a serem todos triturados. O resto da história não é muito difícil de desvendar.</p>
<div id="attachment_1361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-20060710055601868_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1361" title="prey-20060710055601868_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-20060710055601868_640w.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Confusos? É intencional.</p></div>
<p>Tirando algumas brincadeiras com portais e gravidade, a jogabilidade de Prey segue os <em>First-Person Shooters</em> da velha guarda. Ou seja, nada de vida regenerativa, nem andar só com 2 ou 3 armas. Em Prey podemos carregar com um arsenal de várias armas diferentes, na sua esmagadora maioria de tecnologia alienígena, com um certo toque biológico também: primeira <em>rifle</em> serve também de <em>sniper rifle</em>, em que o <em>scope</em> é uma espécia de olho <em>alien</em>, as granadas são feitas de pequenas criaturas às quais lhes arrancamos as pernas, existem armas que cospem coisas estranhas, estão a ver mais ou menos o filme. Depois temos os portais, que ao contrário do jogo Portal que surgiu mais tarde, aqui não temos a liberdade de criar portais onde quisermos pois os mesmos estão fixos. Mas de qualquer das formas não deixou de ser uma introdução muito interessante, o facto de podermos disparar e ver o que nos rodeia através de portais. A gravidade também teve um grande papel no Prey. Ao longo do jogo vamos encontrando alguns interruptores de gravidade que mudam a direcção do campo gravítico, onde o conceito de paredes, tecto e chão deixa de existir por completo. Existem vários puzzles que envolvem estes interruptores de gravidade, bem como existem também várias &#8220;pistas&#8221; gravíticas onde podemos andar pelas paredes e tectos sem receio de cair. Para além disso, podemos conduzir pequenos vaivéns espaciais que nos permitem andar pela nave gigantesca, encontrando pequenos planetóides pelo caminho com os seus próprios campos gravíticos. Algo como Super Mario Galaxy fez no ano seguinte.</p>
<div id="attachment_1362" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-20060623010410826_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1362" title="prey-20060623010410826_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/prey-20060623010410826_640w.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos vários portais que aparece no jogo</p></div>
<p>Existe também uma vertente espiritual (nativo-americana, claro) muito forte neste jogo. Tommy pode a qualquer momento libertar-se do seu corpo e vaguear como espírito, descobrindo caminhos secretos, esgueirando-se através de campos de força que o seu corpo físico não pode passar, permitindo assim carregar em alguns interruptores chave que são necessários para prosseguir no jogo. Tommy visita várias vezes o mundo espiritual dos Cherokee para receber os conselhos do seu avó. Inclusive quando Tommy morre, não é resultado de <em>game-over</em>, o jogo transporta-nos para o mundo espiritual onde jogamos um mini-jogo para recuperar o máximo de vida e energia espiritual antes de regressarmos perto do local onde &#8220;morremos&#8221;. O jogo tem também uma componente multiplayer, mas é muito fraquinha, tendo apenas os modos clássicos Deathmatch e Team Deathmatch como possíveis escolhas.</p>
<p>Prey é um jogo com bons gráficos, nada de extraordinário tendo em conta os dias de hoje, mas não são maus. Os jogos com a engine id Tech4 têm a fama de ser bastante escuros e repletos de corredores apertados (o que em parte não deixa de ser verdade aqui), mas os cenários da dimensão espiritual, apesar de simples são bastante bonitos e iluminados. Tecnologias à parte, a nave espacial gigantesca em que nos encontramos tem diversos pormenores deliciosamente nojentos. A tecnologia alienígena tem toda uma componente orgânica, a começar nas armas e mesmo nalguns inimigos, que são humanos altamente modificados. A nave tem diversos corredores &#8220;de carne&#8221;, com portas semelhantes a ânus constantemente a cag*r restos humanos, outras com formato de enormes vaginas que servem de portas a uns bichos muito estranhos algo parecidos com aranhas gigantes, enfim. Os exemplos são vários. E neste campo Prey é realmente um jogo visualmente muito bem conseguido. De vez em quando também somos atacados por fantasmas, mas o propósito e a presença desses espíritos nunca ficou lá muito esclarecida&#8230;</p>
<div id="attachment_1364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/e3-2006-prey-screens-20060503052109107_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1364" title="e3-2006-prey-screens-20060503052109107_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/02/e3-2006-prey-screens-20060503052109107_640w.jpg?w=300&#038;h=240" alt="screenshot" width="300" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Anisi no país das maravilhas</p></div>
<p>A nível de som, bom tirando o facto dos aliens falarem inglês nativamente (e com um voice-acting um pouco estúpido, diga-se), o jogo desempenha um bom papel, apesar de por vezes os discursos do Tommy não serem lá grande coisa. Mas se eu digo que o jogo desempenha um bom papel por alguma coisa há-de ser: Judas Priest. Como todos os jogos da 3D Realms, há sempre um foco na interactividade, embora neste jogo esse foco tenha sido practicamente todo no bar do início da aventura. Nesse mesmo bar existiam máquinas onde podíamos jogar alguns mini-jogos e uma jukebox. De entre vários artistas manhosos temos lá os grandes Judas Priest, e mesmo a vaguear pela nave gigantesca de vez em quando lá se ouvia ao fundo a música que tinhamos seleccionado na Jukebox, no meu caso os JP. Até dava outro gozo cilindrar aliens com aquele sonzinho de fundo! Volta-e-meia também vamos ouvindo algumas emissões rádio terrestres que vão relatando o que vai acontecendo na Terra enquanto nós andamos por ali a vaguear, outro pormenor interessante.</p>
<p>Prey é um FPS algo curto, mas competente. Trouxe várias ideias novas, embora debaixo de um sistema de jogo já conhecido e saturado, principalmente tendo em conta que tanto FPS como jogos sobre invasões alienígenas não são propriamente o pico da originalidade. Ainda assim é um jogo sólido. A 3D Realms tinha planos para um Prey 2, mas com a sua falência há uns tempos atrás, a licença da série mudou de mãos e apesar de estar previsto sair neste ano um Prey 2, a ideia que se tinha inicialmente parece que não vai ser seguida. De qualquer das formas estou curioso para ver o que aí vem.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/greenhillszone.wordpress.com/1324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/greenhillszone.wordpress.com/1324/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1324&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Call of Duty World at War Final Fronts (Sony Playstation 2)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
				<category><![CDATA[PS2]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Activision]]></category>
		<category><![CDATA[Rebellion]]></category>

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		<description><![CDATA[Para acabar (para já) com a série de jogos seguidos dedicados à IIª Guerra Mundial trago o último Call of Duty a sair na Playstation 2. Tal como Medal of Honor Vanguard foi um jogo que saiu já numa altura &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/30/cod-world-at-war-final-fronts-ps2/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1341&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/5948490_300x300_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1345" title="5948490_300x300_1" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/5948490_300x300_1.jpg?w=640" alt="Call of Duty World at War Final Fronts"   /></a></p>
<p>Para acabar (para já) com a série de jogos seguidos dedicados à IIª Guerra Mundial trago o último Call of Duty a sair na Playstation 2. Tal como Medal of Honor Vanguard foi um jogo que saiu já numa altura tardia para a PS2, visto que a consola ainda vendia muito bem. Ambos os jogos foram inspirados nos seus &#8220;primos&#8221; para as consolas HD, neste caso o Call of Duty World at War. Enquanto que o original foi desenvolvido novamente pela Treyarch, esta versão PS2 ficou-se pelas mãos do estúdio britânico Rebellion. A minha cópia foi adquirida na Gamestop do Dolce Vita perto do Estádio do Dragão, tendo-me custado algo em torno dos 7.5€.</p>
<div id="attachment_1350" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-ps2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1350" title="Call of Duty World at War Final Fronts PS2" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-ps2.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Call of Duty World at War Final Fronts PS2" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>Como o próprio nome indica, a história segue os campos de batalha finais da guerra. Isto quer dizer que vamos andar a espalhar o terror tanto pela Europa como no pacífico. As batalhas na europa, mais precisamente em solo alemão são executadas por tropas britânicas enquanto que as do pacífico são naturalmente norte-americanas. O jogo tem 4 campanhas no total, uma inicial no pacífico, duas na Alemanha e uma final novamente no pacífico em plenas portas de Tóquio. Provavelmente já disse isto quando falei no <a title="Medal of Honor Rising Sun (Nintendo GameCube)" href="http://greenhillszone.wordpress.com/2011/05/11/moh-rising-sun-gcn/">Medal of Honor Rising Sun</a>, e de facto os níveis repletos de selvas, foxholes com japoneses saltitantes e bunkers por tudo quanto é sítio é algo que continua a não me agradar por aí além. As missões em si não são nada que já não se tivesse visto num Call of Duty anteriormente: destruir bunkers, artilharia, conquistar base inimiga, defendê-la do contra-ataque inimigo, estourar com uns tanques, etc. Já foi tudo visto. A jogabilidade não é má de todo. No artigo anterior eu reclamei do Call of Duty 3 de ter alterado a jogabilidade do Big Red One. Enquanto que continuo a preferir a jogabildade desse jogo, acabei por me habituar à nova que se encontra toda neste jogo também. Felizmente não vou reclamar da jogabilidade dos tanques. Existe apenas uma missão com tanques e felizmente não temos de os conduzir. Apenas controlamos o canhão para destruir tanques e infantaria nazi. O jogo para a PS2 não vem com qualquer tipo de jogo <em>multiplayer</em>, seja <em>online</em> seja em <em>splitscreen</em> e ao contrário dos outros jogos também não traz nenhum conteúdo bónus a desbloquear ao longo da campanha <em>singleplayer</em>.</p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040517547_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1346" title="call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040517547_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040517547_640w.jpg?w=300&#038;h=236" alt="screenshot" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Aiming down the sight&quot; na primeira missão</p></div>
<p>A nível gráfico o jogo não é propriamente feio. Digamos que é aceitável tendo em conta as limitações da PS2. A Rebellion não usou a engine da Treyarch do CoD3, tendo usado uma engine proprietária. O jogo tem efeitos de luz bonitos, mas prefiro as texturas de Call of Duty 3 ou mesmo do Big Red One, estavam mais trabalhadas. O facto de uma parte do jogo ser passada em selvas também não é algo que me fascine particularmente. Os inimigos são novamente idênticos entre si, existindo muita pouca variedade entre eles. Isto ja é uma queixa antiga, mas adiante. Em relação ao som, a banda sonora não tenho muito que lhe dizer, adequa-se ao carácter épico que o jogo tenta transmitir, mas uns furos abaixo do habitual. Já o voice-acting está fraquinho. As falas dos companheiros (especialmente do sargento que nos ordena) estão muito mal conseguidas e o facto de este CoD não ter suporte a legendas também é outro ponto menos bom.</p>
<div id="attachment_1348" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040521141_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1348" title="call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040521141_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-world-at-war-final-fronts-20081118040521141_640w.jpg?w=300&#038;h=236" alt="screenshot" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">Pequenos filmes históricos são mostrados no início de cada campanha, como é habitual</p></div>
<p>Este post é bem mais curto, mas de facto não há muito mais a dizer. Não cheguei a jogar o World at War original (ainda), mas esta conversão para PS2 deixa um pouco a desejar. Tendo em conta que saiu num período em que a PS2 já era pouco relevante até se pode aplaudir a iniciativa, mas o que é certo é que o resultado final não é o melhor. Apenas recomendo a quem for um fã ferrenho da série ou de jogos com a temática da 2ª Guerra Mundial no geral.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/greenhillszone.wordpress.com/1341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/greenhillszone.wordpress.com/1341/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1341&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Call of Duty 3 (Sony Playstation 2)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 02:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sony]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom, e ao contrário do que tinha mencionado no post anterior, o próximo artigo será mesmo o Call of Duty 3 da PS2. Este é o segundo desenvolvido pela Treyarch e curiosamente é o único Call of Duty da série &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/27/call-of-duty-3-ps2/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1327&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/g_07375461.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1328" title="g_07375461" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/g_07375461.jpg?w=640" alt="Call of Duty 3 PS2"   /></a>Bom, e ao contrário do que tinha mencionado no post anterior, o próximo artigo será mesmo o Call of Duty 3 da PS2. Este é o segundo desenvolvido pela Treyarch e curiosamente é o único Call of Duty da série principal que não chegou a sair para o PC, sendo as versões superiores pertencentes às consolas HD &#8211; PS3 e X360. É um jogo com os seus altos e baixos, conforme descreverei em seguida. A minha cópia foi adquirida algures no final de Dezembro do ano passado no miau.pt, tendo-me custado 4.5€, está completa e em bom estado.</p>
<div id="attachment_1338" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-3-ps2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1338" title="Call of Duty 3 PS2" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-3-ps2.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Call of Duty 3 PS2" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>Call of Duty 3 apresenta várias novidades. A história decorre após os eventos da invasão dos aliados na Normandia, mais precisamente as batalhas para a liberação da vila de Chambois, um ponto fulcral para a futura liberação de Paris. Encarnamos 4 diferentes facções, a americana, britânica + resistência frances e esquadrões da Polónia e Canadá. Para além de ser incomum jogar-se com estas duas últimas nacionalidades, em Call of Duty 3 decidiram misturar as diferentes história, para demonstrar como diferentes exércitos trabalharam em &#8220;conjunto&#8221; para um bem comum, ao invés dos jogos anteriores onde cada facção tinha uma campanha própria que era jogada de uma só vez. Já no Big Red One houve um cuidado maior em tentar contar uma história ao longo das batalhas, neste jogo voltaram a melhorar o conceito. Ao misturarem as diferentes missões de cada exército criaram uma linha temporal entre elas, e a narrativa relaciona bem as acções de uns que influenciarão as missões seguintes. Cada exército tem também as histórias clichês de soldados exemplares que se sacrificam em prol do esquadrão, outros cobardolas, etc. Mas quanto a isso não tenho nada contra.</p>
<div id="attachment_1334" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen001.jpg"><img class="size-medium wp-image-1334" title="932965_20061128_790screen001" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen001.jpg?w=300&#038;h=171" alt="screenshot" width="300" height="171" /></a><p class="wp-caption-text">Esta primeira missão foi impressionante</p></div>
<p>Já na jogabilidade é que não gostei assim tanto. Em primeiro lugar porque mudaram o mapeamento dos botões, que no Big Red One estava bom. Não que tenha mudado realmente muita coisa, o aiming down the sight, disparos e agachar/rastejar continuam no mesmo sítio. Infelizmente retiraram foi a possibilidade de se fazer lean, o que tinha dado bastante jeito neste jogo. Já os restantes botões trocados foi apenas uma questão de hábito. Felizmente a maior parte do jogo foi apenas em missões de infantaria &#8220;normal&#8221;, com uma ou outra ocasional onde teríamos de conduzir um jipe (ou simplesmente ficar a disparar numa metrelhadora pesada instalada no veículo, como já aconteceu noutros CoDs), bem como uma ou outra missão em que teríamos de conduzir um tanque. Enquanto que conduzir um jipe em plena França rural, atropelando Nazis e fugindo de disparos de Panzers inimigos tenha sido bastante agradável, mais uma vez não atinei com as missões dos tanques. Parece impossível mas ainda conseguiram piorar mais os controlos do Big Red One neste aspecto. Os controlos são praticamente os mesmos, a sensibilidade é que é muito maior, o que para mim ainda dificultou mais as coisas, mas adiante. Este é também o primeiro CoD na PS2 que não usa <em>medkits</em> para regenerar a saúde, mas a saúde é regenerada com o tempo (logo que não sejamos atingidos entretanto). Infelizmente decidiram render-se à moda dos Quick Time Events e de vez em quando lá andamos à pancada com um Nazi qualquer que nos apanhou de surpresa, bem como também acontece noutras situações, como instalar uma carga explosiva.</p>
<div id="attachment_1335" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen002.jpg"><img class="size-medium wp-image-1335" title="932965_20061128_790screen002" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen002.jpg?w=300&#038;h=180" alt="screenshot" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Um exemplo de um quick time event. Não que os outros sejam muito diferentes.</p></div>
<p>Como tem sido habitual, completar as missões desbloqueia uma série de conteúdo bónus. Não é muito diferente do que incluíram nos outros jogos: <em>artwork</em>, perfis de armas e veículos da guerra, biografias das personagens do jogo e as <em>cutscenes</em> que nos vão surgindo. Contudo no final da campanha <em>singleplayer</em> é desbloqueado uma série de 3 entrevistas com veteranos de guerra que combateram nas batalhas relatadas no jogo. Sinceramente achei muito interessante. Mas Call of Duty há muito que deixou de se cingir ao <em>singleplayer</em> e apresenta uma forte componente <em>online</em>, mesmo numa PS2. Actualmente muito poucas pessoas jogam, portanto também não lhe dei muita atenção. De qualquer das formas apresenta os já conhecidos modos de jogo Deathmatch e Team DM, Capture the Flag, Headquarters, etc. As partidas podem ter um máximo de 16 jogadores, existem vários veículos à disposição, e cada jogador pode pertencer a diferentes classes com diferentes habilidades e categorias de armas que se pode especializar.</p>
<div id="attachment_1336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen004.jpg"><img class="size-medium wp-image-1336" title="932965_20061128_790screen004" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/932965_20061128_790screen004.jpg?w=300&#038;h=173" alt="screenshot" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">A calmaria antes da tempestade</p></div>
<p>Resta-me apenas falar da parte técnica. Para o hardware da PS2, é um jogo graficamente bonito. Obviamente que não vale a pena comparar com as versões para X360 e PS3 (embora mesmo essas não sejam nada do outro mundo). Os mapas são grandes quanto baste e são bastante detalhados. Existem alguns efeitos de luz bem conseguidos para uma PS2, embora o fumo seja fraco. A nível gráfico só me posso queixar mesmo é dos soldados alemães que são todos iguais uns aos outros. Isso nota-se bem nos confrontos com os Quick Time Events, onde a cara dos alemães foi sempre a mesma. É pena, podiam ter variado um pouco mais neste aspecto. De resto é um jogo competente. Ainda existem algumas quebras de framerate, mas não foi algo que me tenha acontecido muitas vezes. Também é compreensível, pois nalgumas batalhas existe um grande número de nazis no ecrã, bem como de companheiros aliados. De resto os mapas são bastante lineares como tem sido habitual. É pena que existam secções com obstáculos mínimos que são intransponíveis, ou barreiras invisíveis. Um bug que dei conta foi ter ficado preso nalguns desses obstáculos, ou entre NPCs. Aconteceu-me umas 3x, tendo de reiniciar do último checkpoint. A nível de som é um bom jogo. Apesar de existirem várias frases repetitivas, desta vez gostei mesmo dos berros que os alemães mandavam uns aos outros. A banda sonora como sempre é adequada ao jogo, e o voice acting é competente. Mais alguém associou a voz do escocês Duncan Keith ao groundskeeper Willie?</p>
<p>Apesar de a fórmula de FPS da 2ª Guerra Mundial estar bem gasta na altura em que este CoD3 saiu, não deixa de ser um <em>shooter</em> competente. Esta versão específica da PS2 acho que é um port bem conseguido, aproveitaram bem as capacidades da velhinha consola, e na minha opinião é dos melhores FPS que a mesma pode oferecer (principalmente tendo em conta o clima épico e cinematográfico). Ainda assim prefiro de longe os controlos do Big Red One. Para quem não tiver uma Wii, ou uma consola HD e quiser jogar um bom FPS singleplayer na PS2 tem aqui uma óptima escolha. Para os demais, sempre recomendo as versões X360 ou PS3. Para além de serem melhores graficamente, o modo online é ainda melhor executado e sempre deve ter mais gente a jogá-lo.</p>
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		<title>Call of Duty 2: Big Red One (Sony Playstation 2)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 01:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sony]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto que a primeira iteração de Call of Duty nas consolas de mesa deixou bastante a desejar na minha opinião, já este Call of Duty 2: Big Red One representa uma franca melhoria. Desenvolvido em conjunto com a Treyarch e &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/24/call-of-duty-2-big-red-one-ps2/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1312&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/00_kgrhqnl0e3hur-luobohg7hcyq0_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1315" title="00_$(KGrHqN,!l0E3HUR-luOBOH)g7HcYQ~~0_1" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/00_kgrhqnl0e3hur-luobohg7hcyq0_1.jpg?w=207&#038;h=300" alt="Call of Duty Big Red One PS2" width="207" height="300" /></a>Enquanto que a primeira iteração de Call of Duty nas consolas de mesa deixou bastante a desejar na minha opinião, já este Call of Duty 2: Big Red One representa uma franca melhoria. Desenvolvido em conjunto com a Treyarch e a Gray Matter Interactive (estúdio que veio a fundir-se com a Treyarch pouco tempo depois) este Big Red One é mais uma vez um jogo diferente do Call of Duty 2 para PC (este desenvolvido pela Infinity Ward). A minha cópia foi comprada na Gamestop perto do Estádio do Dragão, tendo-me custado quase 7€. Está em bom estado e completa.</p>
<div id="attachment_1320" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-2-big-red-one-ps2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1320" title="Call of Duty 2 Big Red One PS2" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-2-big-red-one-ps2.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Call of Duty 2 Big Red One PS2" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa, papelada e manual</p></div>
<p>Ao contrário de Call of Duty 2 no PC, onde mais uma vez encarnamos soldados de 3 diferentes facções da IIª Guerra Mundial (Americanos, Britânicos e Soviéticos), em Big Red One vivemos apenas as aventuras da Fox Company, uma companhia da famosa 1ª divisão de Infantaria Norte-Americana. Tomaram essa decisão de modo a dar um clima mais cinematográfico, e a criar laços entre os soldados, levando a uma história mais empolgante. De facto até se deram ao trabalho de utilizar vários actores da excelente série de TV &#8220;Band of Brothers&#8221; nas personagens deste jogo. Com todos estes ingredientes, a narrativa ficou naturalmente melhor. Apesar de convivermos sempre com os mesmos soldados, não quer dizer que os cenários e missões não sejam variados, bem pelo contrário. Começamos com algumas missões no Norte de África, desde assaltar aeródromos a devastar franceses de Vichy com tanques, passando pela invasão da Sicília com várias missões bastante empolgantes e repletas de lutas em cenários apertados, e por fim na europa central, desde o desembarque no dia D na Omaha Beach até à fronteira Alemã. Contudo fico com a sensação que poderiam ter caprichado mais nos diálogos entre os companheiros, mas são picuinhices minhas.</p>
<div id="attachment_1316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190033-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-time-to.jpg"><img class="size-medium wp-image-1316" title="190033-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-time-to" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190033-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-time-to.jpg?w=300&#038;h=168" alt="screenshot" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Um dialogozinho antes da acção</p></div>
<p>Os controlos estão bastante melhores, embora pouca coisa tenha mudado na esquematização dos botões. Agora é possível fazer <em>lean</em> para a esquerda ou direita, perdendo-se a função de usar items no Finest Hour. De resto está tudo lá, a função de mirar pelo <em>iron sight</em> das armas, a mudança de postura, etc. Os controlos estão também mais precisos, mais responsivos e não tão lentos como no jogo anterior, resultando assim numa melhor experiência. Infelizmente ainda não estão perfeitos, digo isto pois existem 2 missões onde é necessário conduzir um tanque de guerra e devo dizer que conseguiram piorar o controlo dos tanques que existia em Finest Hour. Enquanto que no jogo anterior o analógico da esquerda servia para controlar o &#8220;corpo&#8221; do tanque e o da direita para controlar o seu canhão, aqui resolveram fazer uma mistura difícil de explicar, apenas digo que não gostei. Mas felizmente foram apenas 2 missões de tanques e não um terço do jogo&#8230; Experiências como essa fizeram mais uma em que estavamos a bordo de um bombardeiro norte-americano, e tinhamos o objectivo de mandar abaixo uns quantos caças nas várias metralhadoras tripuladas, bem como largar bombas nalguns alvos &#8220;terrestres&#8221;. Não gostei muito desta missão sinceramente, mas dou o mérito de experimentarem coisas novas. Mais uma vez, ao completar-se cada nível é desbloqueado uma série de extras, como <em>artwork</em>, vídeos históricos e informação relativa às armas e veículos encontrados no jogo.</p>
<div id="attachment_1317" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190039-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-stopping.jpg"><img class="size-medium wp-image-1317" title="190039-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-stopping" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190039-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-stopping.jpg?w=300&#038;h=168" alt="Screenshot" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">A primeira missão a bordo de um tanque - e logo para explodir uns quantos Panzers ao mesmo tempo</p></div>
<p>O <em>multiplayer</em> é mais uma vez limitado ao modo online e LAN, não oferecendo o tradicional <em>split screen</em> para os jogadores de consola mais tradicionais. Mais uma vez deixaram os jogadores de Gamecube sem qualquer <em>multiplayer</em>, pois mesmo apesar de existir modems e adaptadores de rede para a consola, a falta de interesse da Nintendo em investir no online alastrou-se às restantes desenvolvedoras, deixando a Sega e a Chunsoft com apenas uns 4 jogos lançados com essa funcionalidade. Mas isso agora não interessa para este caso, portanto adiante. Os modos de jogo disponíveis são variantes do Deathmatch, Team Deathmatch, Capture the Flag e Domination. Trazido do jogo de PC, o <em>multiplayer</em> também introduz as &#8220;Battlefield Promotions&#8221; como recompensa para uma boa performance individual ou de equipa. Essas recompensas incluem carregamentos aéreos de <em>health packs</em> ou munições explosivos &#8220;Satchel&#8221; e a habilidade de usar os binóculos para chamar por bombardeamentos de artilharia. No <em>multiplayer</em> existe também a hipótese de se correr (embora não se possa correr e disparar ao mesmo tempo), infelizmente não implementaram isso no <em>singleplayer</em>, o que é pena. Também para quem tiver um <em>head-set</em> USB poderá utilizá-lo nos jogos <em>online</em>.</p>
<p>Passando para a parte técnica, este é um jogo bem superior ao anterior. Os gráficos já são melhores, assim como as texturas. Os mapas são bem mais variados e posso dizer que me deu gozo jogar nos mapas de Sicília, nos campos verdejantes e repletos de oliveiras, bem como nas pequenas cidades ricas em acção. Apesar de acreditar que o jogo esteja melhor numa Gamecube ou Xbox, tendo em conta as limitações da PS2 não está nada mau. O som está óptimo, a narração é coerente, os efeitos de som são credíveis e a música como sempre épica dá outro toque à coisa. Neste campo não há muito que queixar. Notei uma ou outra quebra no <em>framerate</em> de vez em quando, quando as coisas começavam a ficar realmente caóticas, mas não me incomodou. Eu gosto sempre de jogar com legendas, mas neste jogo as mesmas nem sempre estavam bem visíveis, pois atrapalhavam com a disposição da restante HUD. A inteligência artificial não é a melhor, mas também não foi coisa que me incomodou muito.</p>
<div id="attachment_1318" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190044-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-using.jpg"><img class="size-medium wp-image-1318" title="190044-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-using" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/190044-call-of-duty-2-big-red-one-playstation-2-screenshot-using.jpg?w=300&#038;h=168" alt="screenshot" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">O desembarque na Normandia, a ordenar a artilharia para mandar abaixo uns quantos bunkers nas costa.</p></div>
<p>Este Call of Duty 2 Big Red One é uma experiência bem mais agradável que Finest Hour. A começar pela jogabilidade, que apesar de não apresentar muitas diferenças não está tão lenta como no jogo anterior. Decidiram focar-se mais nas missões de infantaria, e não a conduzir tanques durante uma grande parte do jogo, assim como escoltar demasiados bots estúpidos. Os gráficos estão superiores, existem armas novas que pode ser utilizadas, tais como francesas e italianas, etc. É um óptimo FPS com a temática da 2ª Guerra Mundial, para uma PS2. Futuramente (embora não seja o próximo post) irei trazer cá o Call of Duty 3 também para PS2, que do pouco que joguei pareceu-me amadurecer bem as ideias dos anteriores, sendo provavelmente o melhor jogo da série na PS2. Veremos.</p>
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		<title>Call of Duty Finest Hour (Sony Playstation 2)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 00:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Capitalizando sobre o sucesso do jogo original, a Activision resolveu trazer a série Call of Duty também para as consolas de mesa. Em vez de uma simples conversão, o resultado foi um jogo diferente, com novas missões e algumas inovações &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/23/call-of-duty-ps2/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1301&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/919261_53683_front.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1305" title="919261_53683_front" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/919261_53683_front.jpg?w=211&#038;h=300" alt="CoD Finest Hour PS2" width="211" height="300" /></a>Capitalizando sobre o sucesso do jogo original, a Activision resolveu trazer a série Call of Duty também para as consolas de mesa. Em vez de uma simples conversão, o resultado foi um jogo diferente, com novas missões e algumas inovações na própria jogabilidade, mas que no entanto deixa bastante a desejar tendo em conta o jogo original do PC, tal como irei descrever. A versão que trago aqui é a versão Playstation 2, tendo sido comprada algures no ano passado no ebay UK. Está completa e em óptimo estado, não me tendo custado mais de 6€.</p>
<div id="attachment_1308" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-finest-hour-ps2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1308" title="Call of Duty Finest Hour PS2" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-finest-hour-ps2.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Call of Duty Finest Hour PS2" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>À semelhança da sua iteração original no PC, em Finest Hour jogamos 3 diferentes campanhas na vertente <em>single-player</em>. Passaremos pelas 3 mesmas forças, mas desta vez de ordem inversa, começando pelo exército Soviético, em mais uma re-imaginação da retoma de Estalinegrado, mas desta vez com um terço da adrenalina. Em seguida algumas missões das forças Britânicas no norte de África, culminando com a campanha norte-americana em terreno europeu. Desta vez, ao invés de encarnarmos apenas numa personagem por campanha, vamos saltando de personagem em personagem ao longo das missões, o que acaba por não se criar laços com ninguém, tornando a experiência um pouco mais genérica. No que diz respeito à jogabilidade, vários detalhes são herdados do jogo original, como a técnica de mirar pela &#8220;iron sight&#8221;, a hipótese de se poder movimentar em 3 poses diferentes, utilizar postos estacionários de metralhadoras pesadas ou artilharia, etc. O que foi introduzido de novidade foi a confução de tanques. Na verdade, quase 1/7 deste jogo é passado a conduzi-los, bem como batalhar com outros tanques, artilharia pesada ou simplesmente infantaria alemã que se lembre de passar à frente. Infelizmente os infames &#8220;<em>tank controls</em>&#8221; de outros jogos famosos aplicam-se na perfeição a manobrar os tanques deste Call of Duty. Os controlos são confusos e algo lentos, mas ao fim de algumas tentativas lá me consegui habituar à movimentação e à própria defesa. Infelizmente os controlos lentos não são exclusividade do controlo dos tanques, mas o maior defeito deste jogo em geral, na minha opinião. A movimentação do jogador é lenta, o que dificulta bastante naqueles momentos de maior aperto que acontecem ao longo do jogo. Para colmatar esta falha, incluíram uma pequena batota para &#8220;ajudar&#8221; a mirar nos inimigos &#8211; <em>auto aim</em>.</p>
<div id="attachment_1306" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_of_duty_finest_hour_image19.jpg"><img class="size-medium wp-image-1306" title="call_of_duty_finest_hour_image19" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_of_duty_finest_hour_image19.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">As missões no norte de áfrica foram as mais divertidas, pena que foram poucas,</p></div>
<p>As missões, tal como na versão PC, são jogadas na sua maioria com o acompanhamento de vários outros soldados que nos vão auxiliando (ou não). Infelizmente para além de um grande enfoque para missões de tanque &#8211; eu gosto de FPS pela infantaria &#8211; houve também um grande foco em missões de escolta, quer de outros humanos, quer de frotas de tanques Aliados. Eu detesto missões de escolta por uma razão muito simples: os bots são burros na medida em que se deixam sempre a descoberto do fogo inimigo. Aqui não é excepção, infelizmente. Mas nem tudo é mau e mesmo assim existem algumas missões realmente empolgantes, como uma perseguição sobre soldados Britânicos em pleno deserto do Norte de África. De resto o jogo conta como sempre com um arsenal fiel ao da época, com a limitação de se carregar 2 armas em simultâneo, bem como uma série de granadas/explosivos. Infelizmente as granadas não têm grande física associada, visto que é impossível de controlar a distância a que queremos lançar a mesma.</p>
<p>Passando para a vertente técnica, este Finest Hour foi desenvolvido utilizando a <em>engine</em> &#8220;Renderware&#8221;, uma <em>engine</em> desenvolvida especificamente a pensar num desenvolvimento simples para as 3 plataformas em simultâneo &#8211; PS2, GameCube e Xbox. Infelizmente o resultado final não foi o melhor, graficamente já vi jogos bem mais aprimorados com essa <em>engine</em>, tal como o Sonic Heroes por exemplo (que apesar de bonitinho tem uma jogabilidade horrível). Os modelos não são muito definidos, mas o que chateia mais são mesmo as texturas muito simples e com baixíssima resolução. Medal of Honor Frontline, um jogo de 2001/2002 não é muito pior graficamente que este. Para piorar as coisas, o jogo sofre imensos <em>slowdowns</em> nos momentos mais caóticos. Isto tudo na versão PS2, não sei até que ponto é que o jogo será melhor nas outras 2 consolas. As animações das personagens também são fracas, e isso aliando a uns controlos lentos acaba por confundir bastante o jogador, pois nem sempre se consegue perceber se matamos mesmo um inimigo até que ele se volta a levantar. Sonoramente é um jogo competente, como com qualquer shooter histórico que tenha jogado. Apesar de não ter uma ambientação de topo, pelas razões que já mencionei, desempenha suficientemente bem o seu papel.</p>
<div id="attachment_1307" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-finest-hour-20041111110722856_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1307" title="call-of-duty-finest-hour-20041111110722856_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-finest-hour-20041111110722856_640w.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Tanya a introduzir uma missão toda &quot;sniper&quot;</p></div>
<p>Por fim resta-me apenas mencionar a componente <em>multiplayer</em>. Ao invés de ter o tradicional <em>split-screen</em>, o jogo tem apenas suporte ao <em>multiplayer</em> directamente online. Já agora, de todos os jogos de PS2 que analisei por cá e que teoricamente teriam jogo online, este Call of Duty foi o único que me deixou ir online e até participar numas partidas. Tudo isto porque todos os outros pediam-me que criasse um perfil de rede através do Network Access Disk que vinha junto do <em>broadband adapter</em> original da PS2. Como eu tenho uma PS2 Slim, a placa de rede já vem integrada, mas a Sony falhou em não fornecer esse disco de acesso, ou incluir essas funções no próprio firmware. Este Call of Duty permitiu-me criar o tal perfil no cartão de memória, que todos os outros jogos com suporte a jogo online reconheceram posteriormente. Emfim, adiante: os modos de jogo disponíveis são os habituais Deathmatc, Team DM, Capture the Flag e um &#8220;Seek and Destroy&#8221;, onde à semelhança do Counter Strike uma equipa encarregua-se de defender um determinado objectivo enquanto a outra o tenta destruir. Ainda nos dias de hoje, com um jogo não muito bom lançado em 2004, consegui encontrar algumas almas penadas a jogar isto pela net.</p>
<p>Finalizando, o jogo tem também alguns desbloqueáveis, tais como <em>artwork</em> e pequenos filmes com imagens e clipes do <em>making of</em>, sendo alguns bónus agradáveis, na minha opinião. Também na minha opinião, o começo da série Call of Duty nas consolas não foi de facto a melhor. Não sei como o jogo se comporta técnicamente uma Xbox ou Gamecube, mas na PS2 para além de haver shooters com a mesma temática mais bonitos, há com jogabilidade bem mais suave. A PS2 viria a receber mais uns 3 Call of Duty, todos eles com a temática da IIª Guerra Mundial e que eu trarei aqui brevemente. Estou a meio do Call of Duty 2: Big Red One e já é uma boa melhoria face a este.</p>
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		<title>Call of Duty &#8211; Game of the Year (PC)</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 01:53:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Activision]]></category>
		<category><![CDATA[Infinity Ward]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o sucesso de séries como Medal of Honor, naturalmente que iriam surgir outros jogos baseados no mesmo conceito: um first person shooter de caracter histórico baseado na Segunda Guerra Mundial. Call of Duty foi um dos &#8220;copycats&#8220;, mas que &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/21/call-of-duty-goty-pc/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1290&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/514mepwkn1l.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1298" title="514MEPWKN1L" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/514mepwkn1l.jpg?w=211&#038;h=300" alt="Call of Duty best of" width="211" height="300" /></a>Com o sucesso de séries como Medal of Honor, naturalmente que iriam surgir outros jogos baseados no mesmo conceito: um <em>first person shooter</em> de caracter histórico baseado na Segunda Guerra Mundial. Call of Duty foi um dos &#8220;<em>copycats</em>&#8220;, mas que na verdade acabou por fazer tudo melhor que o original, tendo evoluído para o colosso que é nos dias de hoje, mesmo actualmente se basear em guerra moderna. A versão que trago aqui é a chamada &#8220;Game of the Year&#8221;, que infelizmente não traz a expansão &#8220;United Ofensive&#8221;, mas sim vários updates que tinham sido previamente disponibilizados para download, tais como novos mapas e modos de jogo no <em>multiplayer</em>. A minha cópia foi comprada na loja portuense TVGames, tendo-me custado algo entre os 4€ e está completa.</p>
<div id="attachment_1299" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-goty-pc.jpg"><img class="size-medium wp-image-1299" title="Call of Duty GOTY PC" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call-of-duty-goty-pc.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Call of Duty GOTY PC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>Call of Duty distingue-se do seu &#8220;antecessor&#8221; Medal of Honor Allied Assault na medida em que é ligeiramente mais realista: as guerras não foram vencidas por um super soldado, mas sim com o trabalho em equipa de vários batalhões. Apesar de não ser um simulador na mesma óptica que o Brothers in Arms introduziu mais tarde, já é um avanço. Neste jogo iremos lutar ao lado de soldados que nos irão ajudar na cruzada, bem como morrer ao nosso lado. A narrativa passa-se em 3 facções diferentes: começamos junto de paraquedistas americanos nas primeiras batalhas por alturas do desembarque na Normandia, posteriormente com soldados britânicos também em solo europeu (embora sejam missões mais &#8220;Commando-style&#8221;) e por fim com o Exército Vermelho numa campanha verdadeiramente épica da retoma da cidade de Estalinegrado. A jogabilidade é a tradicional de um FPS, embora Call of Duty tenha introduzido algumas diferenças, tais como a &#8220;Aim Down the Sight&#8221;, onde miramos os alvos através das &#8220;miras&#8221; ou objectivas das armas que carregamos, dando um pequeno efeito de <em>zoom</em> e uma precisão maior. Este método é algo que vingou até aos dias de hoje. O &#8220;shellshock effect&#8221;, a visão, movimentação e audição deturpada após a explosão de uma granada ou projéctil pesado também foi algo introduzido pela primeira vez neste jogo, salvo erro. De resto, para além de só podermos transportar um número limitado de armas, a jogabilidade mantém-se igual aos FPS clássicos, com a saúde a ser regenerada através de items médicos, e não automaticamente como nos jogos seguintes.</p>
<p>Apesar de ser um jogo que dê algum foco na utilização de diferentes estratégias nas várias missões, como o flanqueamento, o uso constante de granadas e de <em>suppressing fire</em>, não deixa de ser ainda algo &#8220;arcade&#8221; e de acção rápida (não que eu tenha algum problema com isso). Os níveis são bastante lineares, e repletos de <em>scripted events</em>. Na HUD dispomos de uma bússola que indica a direcção dos vários objectivos que temos de completar, pelo que nunca andamos propriamente à deriva. As missões em si são bastante variadas, desde controlar localidades, a missões de resgate, sabotagem e mesmo missões com perseguições de carros. Não acho que tenha havido um único momento de encher chouriços, o jogo cumpre bem o seu papel de cativar o jogador, e no fim acaba por saber a pouco. Gostei particularmente das missões do exército soviético, foi uma lufada de ar-fresco que os outros jogos da época não tinham explorado.</p>
<div id="attachment_1294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen006.jpg"><img class="size-medium wp-image-1294" title="call_790screen006" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen006.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A retoma de Estalinegrado é provavelmente a melhor parte do jogo</p></div>
<p>Com um modo single-player tão bom que acaba por parecer algo curto, Call of Duty tem também uma vertente multiplayer importante. Apesar de não ser tão avançada como nos jogos que lhe prosseguiram, colocou umas boas fundações para o futuro. Para além dos tradicionais Deathmatch e Team DM, existe uma variante do Capture the Flag com o nome de &#8220;Retrieval&#8221;. A diferença é que ao invés de invadir a base inimiga para capturar uma bandeira e regressar, o objectivo é capturar documentos. Search &amp; Destroy é um modo dividido em equipas onde uma tem de defender um determinado objectivo e a outra destruí-lo. Headquarters é um modo semelhante, onde o objectivo é localizar e controlar um radio colocado aleatoriamente no mapa, pelo maior tempo possível. Finalmente, existe também o &#8220;Behind Enemy Lines&#8221;, onde um grupo pequeno de soldados Aliados vê-se a combater um grande número de Nazis. Os aliados ganham pontos em sobreviver e matar o maior número de inimigos possível. Um jogador do Eixo sempre que matar um Aliado é &#8220;ressuscitado&#8221; como um Aliado em seguida.</p>
<div id="attachment_1295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen005.jpg"><img class="size-medium wp-image-1295" title="call_790screen005" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen005.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Killcam - óptimo para detectar cheaters no multiplayer</p></div>
<p>Passando para a parte técnica, Call of Duty foi desenvolvido utilizando uma versão modificada da ID Tech 3, a engine por detrás de jogos como Quake III Arena e dos próprios Medal of Honor Allied Assault e expansões. Para um jogo lançado em 2003, os gráficos estão bons, em particular as personagens que estão muito bem modeladas, e as suas falas estão sincronizadas com o movimento dos lábios. Mesmo nos dias de hoje, não deixa de ser um jogo agradável de se jogar. Os mapas já apresentam texturas mais fracas, principalmente considerando o cenário actual. Mas repito, não são gráficos propriamente desagradáveis, acho que o jogo &#8220;envelheceu&#8221; bem. A nível de som é excelente. O <em>voice acting</em> é bom, e todo o caos dos campos de batalha enriquece bem a experiência. Os berros dos soldados alemães, o barulho frenético das armas, os companheiros a darem dicas estratégicas, etc. A música é mais orquestral, como tem sido habitual em jogos deste tipo. E de facto, tendo em conta o caracter épico e histórico de algumas das principais batalhas da II Guerra Mundial, é a escolha mais acertada.</p>
<div id="attachment_1296" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen004.jpg"><img class="size-medium wp-image-1296" title="call_790screen004" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/call_790screen004.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Sniper Rifles - a superar o cão como melhor amigo do homem desde 1914</p></div>
<p>O jogo durante muito tempo manteve-se exclusivo para o PC (com um porte para MAC no ano seguinte). Também no ano seguinte saiu um <em>spin-off</em> para as consolas da altura &#8211; PS2, Gamecube e Xbox, com o subnome &#8220;Finest Hour&#8221;. Por acaso estou a acabar de o jogar no momento, e será o próximo artigo do blogue, mas está muito longe da qualidade do original. Em 2009 acabou por sair uma versão remasterizada em HD para Xbox360 e PS3, sendo provavelmente a versão definitiva do jogo &#8211; apesar do multiplayer estar limitado a um máximo de 8 jogadores em simultâneo. Call of Duty marca o início de uma das maiores <em>franchises</em> de sucesso dos tempos actuais e é um belo jogo. Não é estratégico como Brothers in Arms ou Hidden &amp; Dangerous, mas uma &#8220;viagem de montanha russa&#8221; repleta de momentos frenéticos. Eu recomendo.</p>
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		<title>Castlevania Order of Ecclesia (Nintendo DS)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 18:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Konami]]></category>

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		<description><![CDATA[Castlevania é uma das séries que mais me agrada nesta arte. Enquanto nos primeiros jogos a jogabilidade era a de um simples side-scroller sempre com a temática vampiresca, desde o fenomenal Symphony of the Night lançado originalmente para a PS1 &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/17/castlevania-order-of-ecclesia-nintendo-ds/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1280&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/3092-castlevania-order-of-ecclesia-eur.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="3092-Castlevania-Order-of-Ecclesia-EUR" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/3092-castlevania-order-of-ecclesia-eur.jpg?w=640" alt="Castlevania-Order-of-Ecclesia-EUR"   /></a>Castlevania é uma das séries que mais me agrada nesta arte. Enquanto nos primeiros jogos a jogabilidade era a de um simples <em>side-scroller</em> sempre com a temática vampiresca, desde o fenomenal Symphony of the Night lançado originalmente para a PS1 que a série adoptou uma mecânica mais aproximada de um Metroid 2D, com uma imensa exploração e backtracking ao longo dos cenários, em conjunto com alguns elementos de RPG tal como subir níveis, ganhar pontos de experiência e utilizar várias peças diferentes de equipamento. Para além disso a série ganhou também algumas iterações em 3D mas isso não é agora para aqui chamado. Order of Ecclesia é o terceiro Castlevania a sair para uma DS, saindo originalmente durante o ano de 2008. A minha cópia foi adquirida no início deste Janeiro numa loja GAME no Maiashopping. Custou-me 12€, usado e está em bom estado. Só não está em perfeito estado pois os imbecis da GAME colocaram as etiquetas do preço no próprio papel do jogo, não no plástico da capa, e ao arrancar o autocolante danifiquei um pouco a capa.</p>
<div id="attachment_1288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-nds.jpg"><img class="size-medium wp-image-1288" title="Castlevania Order of Ecclesia NDS" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-nds.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Castlevania Order of Ecclesia NDS" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa, manuais e papelada</p></div>
<p>Como sempre a história anda à volta de Dracula, o seu regresso ou alguém que o tenta ressuscitar. É um jogo que se passa no século XIX, altura em que o Clã Belmont que protegeu durante séculos a Humanidade das forças das Trevas se encontrava desaparecido. Várias organizações surgiram para colmatar essa falha, sendo que este jogo se centra na Order of Ecclesia, que criou um trio de Glyphs baseadas nos poderes de Dracula para usar contra o próprio. A protagonista principal é a jovem Shanoa, que se preparava para ser a próxima hospedeira das Glyphs (de nome Dominus). Durante o ritual da passagem, o melhor amigo de Shanoa, também um membro da Order of Ecclesia chamado Albus, rouba as glyphs para si, fazendo com que Shanoa perca todas as memórias que previamente possuia. O resto do jogo é passado na perseguição de Albus e das Glyphs, com a trama a ir-se desenrolando a partir daí.</p>
<div id="attachment_1285" class="wp-caption aligncenter" style="width: 266px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-20081009095025451_640w.jpg"><img class="size-full wp-image-1285" title="castlevania-order-of-ecclesia-20081009095025451_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-20081009095025451_640w.jpg?w=640" alt="screenshot"   /></a><p class="wp-caption-text">Shanoa prestes a adquirir mais uma glyph</p></div>
<p>A mecânica de jogo é ligeiramente diferente dos restantes &#8220;<em>Metroidvanias</em>&#8220;, com os vários níveis estarem separados entre si através de um world map, sendo que é possível revisitar níveis antigos para ganhar experiência ou para explorar novas áreas. O ataque é feito utilizando as <em>glyphs</em>, que existem dezenas e dezenas delas espalhadas pelo jogo. As <em>glyphs</em> tanto podem ser armas brancas como feitiços, e sempre que usamos uma delas consumimos <em>Magic Points</em>, existem também outras especiais que nos dão habilidades próprias. A barra de energia dos MPs é restabelecida automaticamente ao fim de algum tempo. Podemos usar 3 <em>glyphs</em> ao mesmo tempo e desencadear golpes especiais bastante poderosos chamados &#8220;Glyph Union&#8221;. Estes ataques especiais consomem os coraçõezinhos que vamos encontrando ao longo do jogo. Para além disso temos a barra de energia, que mal chegue a zero é sinal de <em>Game Over</em>. O sistema de batalha é portanto algo complexo, para além do mais que podemos ganhar experiência para subir os <em>stat points</em> de Shanoa bem como de várias <em>glyphs</em>. Para além disso com o decorrer do jogo vamos libertar vários habitantes da vila de Shanoa que posteriormente nos dão várias side-quests para fazer, é um jogo bastante completo neste aspecto, com a dificuldade esperada num Castlevania.</p>
<div id="attachment_1286" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-20081002013446110_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1286" title="castlevania-order-of-ecclesia-20081002013446110_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/castlevania-order-of-ecclesia-20081002013446110_640w.jpg?w=200&#038;h=300" alt="screenshot" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Vista normal da DS - ecrã superior para mapa e inferior para a acção.</p></div>
<p>Para além da quest principal existe muito mais a fazer em Order of Ecclesia. Em primeiro lugar podemos mencionar o Boss Rush mode, que como o próprio nome indica é uma série de combates seguidos contra os vários bosses do jogo. Também, no final da <em>quest</em> principal poderemos rejogar o jogo com outra personagem que não vale a pena estar a dizer agora. Para além disso temos várias vertentes <em>multiplayer</em>, que tanto podem ser jogadas numa rede local entre várias DS (cada qual com a sua cópia do jogo) bem como na própria Wi-Fi Connection. Existe o Shop Mode, que não é nada mais nada menos que uma feira virtual, onde podemos comprar e vender items do jogo uns aos outros, bem como o Race Mode. Neste modo competitivo somos largados num &#8220;circuito&#8221;, que não é nada mais do que uma passagem repleta de obstáculos e inimigos. A pontuação é obtida mediante o número de inimigos derrotados e o tempo que cada jogador demora a atingir a meta. Este race mode é possível de ser treinado em <em>single-player</em>, na vertente &#8220;Practice&#8221;.</p>
<p>Graficamente é um jogo bonito que usa bem as capacidades da DS em fazer um jogo 2D com fundos e personagens bonitas e bem definidas para a resolução do ecrã.  Gosto particularmente do artwork, que embora não seja de Ayami Kojima, a artista responsável pelo artwork de Symphony of the Night, Lament of Innocence e vários outros jogos da série, afastam-se do artwork genérico de anime dos 2 Castlevania de DS que sairam anteriormente. O responsável em questão chama-se Masaki Hirooka, e conseguiu um artwork diferente de Kojima, mas igualmente maduro, a meu ver. As musicas também são óptimas, tendo em conta que estamos a falar de um hardware como a Nintendo DS.</p>
<div id="attachment_1287" class="wp-caption aligncenter" style="width: 202px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/coe-shanoa.jpg"><img class="size-medium wp-image-1287" title="coe-shanoa" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/coe-shanoa.jpg?w=192&#038;h=300" alt="Shanoa" width="192" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Artwork de Shanoa</p></div>
<p>Para quem gosta da série, este é sem dúvida um Castlevania a não perder, apesar do meu preferido da DS ainda ser o Portrait of Ruin. Em Order of Ecclesia a Konami decidiu enveredar por mecânicas de jogo diferentes, bem como um artwork mais maduro que as iterações anteriores na Nintendo DS. Apesar de ser um pouco mais linear que os anteriores, Order of Ecclesia tem bastante conteúdo para deixar um fã da série satisfeito.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/greenhillszone.wordpress.com/1280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/greenhillszone.wordpress.com/1280/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1280&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sonic Adventure 2 Battle (Nintendo GameCube)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 02:11:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sonic Team]]></category>

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		<description><![CDATA[Há coisa de 15 anos atrás (nem isso) se me dissessem que um jogo do Sonic iria sair nalgum dia numa consola da Nintendo, provavelmente mandava essa pesssoa para um sítio não muito simpático. Contudo, com a decisão da SEGA &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/16/sonic-adventure-2-gcn/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1269&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/1240268048-00.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1271" title="1240268048-00" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/1240268048-00.jpg?w=211&#038;h=300" alt="Sonic Adventure 2 Battle" width="211" height="300" /></a>Há coisa de 15 anos atrás (nem isso) se me dissessem que um jogo do Sonic iria sair nalgum dia numa consola da Nintendo, provavelmente mandava essa pesssoa para um sítio não muito simpático. Contudo, com a decisão da SEGA de descartar a Dreamcast e o mercado de hardware nesta arte, os seus estúdios passaram a ter a autonomia de lançarem os jogos que quisessem para qualquer plataforma à escolha. Nos primeiros tempos, a Sonic Team decidiu dar preferência às consolas da Nintendo, e ainda bem que o fez. Na altura em que comprei a GC e sendo eu um grande fã da Sega, o facto de a GC ter os jogos do Sonic e outros como Phantasy Star Online foi um factor preponderante na minha compra. Este Sonic Adventure 2 foi o primeiro jogo que comprei juntamente com a minha GC, em Setembro de 2002. Custou-me na altura os 60€ que um jogo novo de GC  custava.</p>
<div id="attachment_1276" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic-adventure-2-battle-gcn.jpg"><img class="size-medium wp-image-1276" title="Sonic Adventure 2 Battle GCN" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic-adventure-2-battle-gcn.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Sonic Adventure 2 Battle GCN" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e manual</p></div>
<p>A história de Sonic Adventure 2 é um pouco complicada de contar sem estar a correr o risco de contar mais do que devia. Basicamente existem 2 lados, o lado &#8220;Hero&#8221; com Sonic, Tails e Knuckles, e o lado &#8220;Dark&#8221;, com Robotnik e 2 novos personagens: a morcego Rouge e o ouriço negro &#8220;Shadow&#8221;. Robotnik descobre um diário do seu avô e a sua maior criação: Shadow. Após Shadow ser reanimado por Robotnik, este aceita trabalhar com Eggman no seu mais recente plano de conquistar o mundo. Temos assim 2 diferentes histórias onde poderemos jogar, seja do lado bom ou mau. Para obtermos o final real do jogo teremos de completar os 2 lados da história.</p>
<div id="attachment_1272" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_790screen005.jpg"><img class="size-medium wp-image-1272" title="sonic_790screen005" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_790screen005.jpg?w=300&#038;h=225" alt="screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Metal Sonic e Amy a competir na vertente multiplayer</p></div>
<p>No que diz respeito à jogabilidade, SA2 aproveita vários modos de jogo da sua prequela. Sonic e Shadow têm a jogabilidade clássica, com níveis bastante rápidos, repletos de acrobacias como loops, rails e vários inimigos para derrotar. Já Knuckles e Rouge mantêm a jogabilidade de Knuckles em Sonic Adventure 1, com mapas abertos à exploração, de forma a encontrar 3 peças da Master Emerald. Um radar com a indicação de &#8220;Frio-Morno-Quente&#8221; é utilizado para ajudar à sua localização. Já Tails e Robotnik comandam um pequeno &#8220;mecha&#8221;, com uma jogabilidade semelhante à de E-102 Gamma, misturando componentes de <em>shooter</em> com plataformas simples. Para além disso existem lutas mais dinâmicas com <em>bosses</em>. O que também retornou foram os Chao Garden, jardins onde poderemos criar vários Chao, uns animais de estimação virtuais. A sua criação é mais complexa, com vários tipos de Chao diferentes, e mesmo novos &#8220;Good and Evil&#8221; Chao e jardins. Para além disso, o jogo oferecia a hipótese de transferir os Chao para o Sonic Advance de GBA e continuar a criá-los lá. O Chao Garden tem também vários mini jogos como Chao Racing e Karate que podemos participar. Existem vários modos de jogo multiplayer, alguns deles exclusivos da versão GC (daí o nome Battle), de entre os quais um modo de jogo de corridas de Karting (tal como Mario Kart), e versões multi-jogador dos vários modos de jogo que existem na história principal. Para além das personagens normais, também poderemos usar várias outras como Amy, Tikal ou Metal Sonic, por exemplo.</p>
<div id="attachment_1273" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_790screen013.jpg"><img class="size-medium wp-image-1273" title="sonic_790screen013" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_790screen013.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Screenshot" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das várias coisas que podemos fazer com os nossos Chao</p></div>
<p>Tendo em conta que é um jogo original de Dreamcast, não é um jogo que puxa a Gamecube ao seu limite, mas ainda assim tem uns visuais agradáveis, com ligeiros melhoramentos da versão original, tal como mais objectos no ecrã e texturas mais bem definidas. Para além disso a Sonic Team incluiu suporte a Progressive Scan, para quem tivesse uma HDTV, tornando os gráficos ainda mais bem definidos. O <em>framerate</em> também é a 60fps sólidos. Infelizmente a câmara não viu grandes mudanças desde o Sonic Adventure 1 da Dreamcast, continuando mázinha. Os níveis de exploração do Knuckles ou Rouge sofreram muito com esta câmara defeituosa. O <em>design</em> dos níveis (principalmente os de Sonic e Shadow) já tinham a sua quota de abismos sem fundo, algo que sempre me irritou, mas não ao nível de um Sonic Heroes, felizmente. Já a nível de som, a Sega teve aqui um óptimo trabalho na banda sonora. Músicas como a de City Escape ou a própria &#8220;Live and Learn&#8221; são músicas rockeiras bastante <em>catchies</em>. Já o <em>voice-acting</em> não é nada de especial, mas para um jogo infanto-juvenil não se pode pedir muito mais.</p>
<div id="attachment_1274" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_0215_790screen019.jpg"><img class="size-medium wp-image-1274" title="sonic_0215_790screen019" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/sonic_0215_790screen019.jpg?w=300&#038;h=253" alt="Screenshot" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Knuckles no espaço, armado em Indiana Jones</p></div>
<p>Apesar dos seus defeitos, Sonic Adventure 2 nem é um mau jogo. Corrigiram algumas falhas que trouxeram da prequela como o Big the Cat e uma componente &#8220;RPG&#8221; muito fraquinha, mas mantiveram vários modos de jogo que poderiam ser muito melhores se a câmara colaborasse. Ainda assim é dos poucos Sonic 3D que não são maus de todo, principalmente pelos níveis de Sonic e Shadow. A versão GC não tem assim tanto material novo, mas continua a ser a versão definitiva até à data. De qualquer das maneiras para quem já tiver a versão Dreamcast poderá não justificar a nova compra.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/greenhillszone.wordpress.com/1269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/greenhillszone.wordpress.com/1269/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1269&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Turok (2008) (PC)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 23:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cyberquake</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Touchstone]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que não sou um grande fã de reboots, mas esta série bem que precisava. Turok é uma série de FPS originários na velhinha Nintendo 64 (e PC) que tinha o diferencial de ser um shooter com dinosauros. Tudo o &#8230; <a href="http://greenhillszone.wordpress.com/2012/01/13/turok-2008-pc/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=greenhillszone.wordpress.com&amp;blog=19292085&amp;post=1258&amp;subd=greenhillszone&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que não sou um grande fã de <em>reboots</em>, mas esta série bem que precisava. Turok é uma série de FPS originários na velhinha Nintendo 64 (e PC) que tinha o diferencial de ser um shooter com dinosauros. Tudo o que um puto ranhoso nos anos 90 poderia desejar! Os primeiros jogos tiveram algum sucesso, mas desde o Turok 3 também para a N64 que a série ficou algo inactiva. Lançaram em 2002 o Turok Evolution para as várias plataformas da época, jogo que eu inclusivamente cheguei a ter (e a acabar) para a Nintendo Gamecube e o mesmo deixou um pouco a desejar. Depois apenas em 2008 resolveram re-imaginar a série com este jogo. A minha cópia foi comprada em Dezembro do ano passado numa Worten a 3€, e está em óptimo estado.</p>
<div id="attachment_1265" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-2008-pc.jpg"><img class="size-medium wp-image-1265" title="Turok 2008 PC" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-2008-pc.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Turok 2008 PC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jogo completo com caixa e pseudo-manual</p></div>
<p>Mais uma vez o protagonista é um descendente nativo-americano, de nome Joseph Turok. A acção decorre num futuro distante, cheio de space marines e mercenários. O Zé Turok fazia parte de um grupo de mercenários de nome Wolfpack, liderados por Kane, o seu mentor que lhe ensinou muitas técnicas de combate. A certa altura os Wolfpack começam a envolver-se no desenvolvimento de armas biológicas e a matar pessoas inocentes e o Zé, como bom menino que é, decidiu dar de frosques e juntou-se a uma espécie de Commandos do espaço, numa missão para perseguir e capturar os membros dos Wolfpack. Ao chegar ao fim da viagem, Kane ataca a nave do Turok, despenhando-se num planeta repleto de dinossauros, soldados inimigos, entre outras criaturas. A história começa dessa forma, com Turok e os seus colegas a lutar pela sobrevivência e dar chumbo nuns quantos Wolfpacks que se metam no seu caminho.</p>
<div id="attachment_1262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-20080424040109256_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1262" title="turok-20080424040109256_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-20080424040109256_640w.jpg?w=300&#038;h=187" alt="Screenshot" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Quanto maior for o dano, pior é o campo de visão</p></div>
<p>A jogabilidade não é muito diferente de um FPS moderno: limite do número de armas que se pode carregar, auto-heal, vários <em>checkpoints</em> ao longo do mapa, etc. Para além de uma faca e arco que são armas fixas no arsenal do Zé, existem outros 2 slots para armas à escolha, entre as quais revolveres, shotgun, metralhadoras, <em>sniper rifle</em>, entre outras. Infelizmente não existe nenhuma arma toda <em>fancy</em> como nos jogos anteriores, mas existe a possibilidade de usar 2 armas ao mesmo tempo,  bem como a maioria das armas ter um modo secundário de disparo. Alguns são bem originais, como os flares da shotgun que atraem dinossauros, óptimos para armar emboscadas a soldados inimigos, bem como a <em>chaingun</em> que se pode tornar numa <em>turret</em>. Para além disto existem também várias sequências de &#8220;Quick Time Events&#8221; onde temos de carregar nos botões que vão sendo indicados no ecrã dentro de um tempo limite. De resto, Turok é um FPS algo genérico que não traz nada de realmente novo &#8211; mesmo matar dinossauros em HD de uma forma artística acaba por cansar. Os níveis, apesar de por vezes apresentarem um ou outro caminho alternativo são bastante lineares e a campanha single-player é relativamente curta. A Inteligência Artificial por vezes deixa muito a desejar, mesmo as dos companheiros de Turok, que se metem sempre atrás de nós a disparar, e acabamos por levar por tabela também. A história não se desenrola da melhor forma e o próprio final do jogo deixa algo a desejar.</p>
<div id="attachment_1263" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-pc-screens-20080414031844462_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1263" title="turok-pc-screens-20080414031844462_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-pc-screens-20080414031844462_640w.jpg?w=300&#038;h=168" alt="screenshot" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Um Quick Time Event - todos eles inúteis</p></div>
<p>Infelizmente, na altura em que comprei o jogo, os servidores oficiais de <em>multiplayer</em> já tinham sido encerrados, pelo que não pude experimentar nada desta vertente. Contudo, pelo que pesquisei existia a opção de várias vertentes de deathmatch, capture the flag e afins. A novidade é que também inseriram dinossauros nos mapas multiplayer, para aumentar o caos. Para além do modo competitivo existiam também alguns mapas cooperativos, com pequenas missões para serem cumpridas.</p>
<p>Passando para o quesito técnico, Turok é um jogo que usa a <em>engine</em> Unreal 3, uma das mais importantes da actual geração. Infelizmente não é dos jogos que melhor a usa. As personagens não estão mal modeladas e os dinossauros estão muito bem conseguidos, inclusive a sua movimentação. Mas os cenários e texturas dos mesmos estão um pouco fracos, principalmente os cenários mais &#8220;urbanos&#8221;, pois a vegetação e afins até não está mal de todo. Passando para o som confesso que não dei grande importância à banda sonora, isto por uma razão muito simples. O som das vozes por defeito estava baixo demais, não se conseguia perceber nada, pelo que tive de baixar o volume dos efeitos sonoros e música, mantendo o volume das vozes no máximo. Ao menos incluíram essa opção, foram simpáticos. O <em>voice acting</em> em si também não era nada de especial, e a narrativa também é algo insípida. De resto notei alguns bugs no jogo, principalmente no quick-save que pelos vistos é exclusivo da versão PC. O uso do quick-save causa efeitos muito estranhos no jogo, como scripted events não decorrerem, ou o mapa ficar deserto. A mim aconteceu, e apenas retomando o último <em>checkpoint</em> como se faz normalmente resolveu o problema. O <em>framerate</em> também não é dos melhores.</p>
<div id="attachment_1264" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-20071105104730437_640w.jpg"><img class="size-medium wp-image-1264" title="turok-20071105104730437_640w" src="http://greenhillszone.files.wordpress.com/2012/01/turok-20071105104730437_640w.jpg?w=300&#038;h=168" alt="screenshot" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Acertar no joelho aqui não adianta de muito.</p></div>
<p>Concluindo, este Turok não é um jogo mau de todo, mas sinceramente também não é um FPS que me tenha agradado por aí além. Esquartejar dinossauros com uma facalhona é divertido sem dúvida, mas a novidade acaba por desvanecer. A história também não é algo que empolgue muito. Existem, pelo menos na versão PC, vários bugs de desempenho no jogo como já mencionei anteriormente, e a IA tanto dos inimigos como dos aliados não é a melhor. Não é um jogo que recomende, a menos que o encontrem a menos de 3€ como eu.</p>
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